Quarta-feira, 30 de Setembro de 2009

Hoje

O dia tinha tudo para ser perfeito.

Acordar só às 9:15.

Pouquinho para trabalhar de manhã.

Almoço excelente.

O Luís conseguiu e à conta dele ainda estive a cantar a música do Pinguuuuuuuuuu que nem uma criança que tenha ouvido a música.

O Porto ganhou.

Ganhei uma aposta.

Ouvi um cd novo.

Adiantei trabalho para amanha, e assim a hora de almoço vai ser (bem) maior.

Agora ouço boa música, escrevo isto, falo com as meninas.

 

Parece magnífico?

 

Ainda bem que ocultei as partes más...

Foi um dia péssimo!

sinto-me: Estourada
publicado por Escondida às 22:25

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Domingo, 27 de Setembro de 2009

Como se diz no 31 da Armada

É melhor mudarmos de canal

Não gostei de quem ganha neste.

publicado por Escondida às 20:04

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Sábado, 26 de Setembro de 2009

Hoquei

 

 

Adoro hoquei. De facto, é capaz de ser o desporto, a seguir do futebol, que eu mais gosto.

Agora o problema é que: as leis do hoquei mudaram e eu ainda não as sei. Nem eu, nem os jogadores, nem nada. Algumas regras são tão estranhas, que até o árbitro estava confuso.

Resultado: era suposto estarem 4 jogadores de campo por cada equipa, mas o Porto só tinhas dois, e acho que o Benfica também esteve reduzido a dois.

Eu chorei a rir a ver o jogo. Foi divertido? Houve assim tantas faltas cómicas? Não! Mas houve imenso tempo parado para justificar actos, que foi uma maravilha.

Tenho de ir ler o regulamento, que até as linhas mudaram, e eu já nem sei ver hoquei.

 

Já agora, pela quinta vez,  a taça é nossa! :D

publicado por Escondida às 23:02

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Quarta-feira, 23 de Setembro de 2009

Bichos

Imaginem-se num quarto de hotel. Estão a tomar banho, depois de um dia super cansativo, a tentar relaxar um bocadinho, e entra uma amiga aos berros pela casa de banho a dizer que estava um bicho no meu quarto.

Boa!

Ela não é nada dada a histerismo, logo, conclui que o bicho fosse para o grande.

Saí do banho, e lá fui ver que criatura era, mas ela tinha-o tapado com um papel, não o podia ver.

Bem, com tanto histerismo, eu não toco naquilo, mas tambem não durmo ali.

Toca a chamar o rapaz, a ver se ele cumpre as suas funções de macho protector (cof cof cof) e ele diz que não pode porque se está a arranjar. (Oh, que amorzinho, deixar de ser vaidoso para me ajudar não está nos planos! ).

Outro amigo ouve-me a discutir falar com o gajo sobre isto, e enquanto outra amiga resmunga, ele lá vem ajudar-me.

A medo, pega na criatura e deita-a ao lixo.

 

Moral da história:

Tratem de ter um namorado/amigo-mais-qualquer-coisa-que-isso-mesmo/ o que lhe quiserem chamar, pouco vaidoso.

Tratem de ter amigas pouco histéricas.

Caso não tenham tudo o que está em cima, não vão de férias com eles.

Ou tratem o vosso medo a bichos que aparentemente são gigantes.

 

(E já agora, mais tarde soube que ele nem era assim tão grande)

publicado por Escondida às 00:03

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Quarta-feira, 16 de Setembro de 2009

Do mar

 

 

Não entendo aquela gente que diz "Ai que até a água do Algarve é fria!" ou "Credo!! No Norte fazer praia? Só de molhar os dedos dos pés fico toda arrepiada".

 

Ou sou eu que por ser uma mulher do Norte e aguento bem o frio, e por consequência estou na água sempre que as ondas e a digestão permitem, ou são os outros que são muito friorentos.

Eu ia pela primeira, já que nunca vi praia de Matosinhos, Leça, Gaia, etc etc etc sem gente lá dentro. É que até no Inverno vão lá molhar os pés, os salpicarem-se todos.

 

É da gente do Norte, pois então!

publicado por Escondida às 22:13

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Quinta-feira, 10 de Setembro de 2009

Primária

 

A minha escola primária era daquelas interiormente pequeninas. Quatro salas, uma cozinha, e um recreio gigante. Tínhamos também uma sala de professores paredes-meias com uma mini biblioteca, onde as professoras comiam grandes e deliciosos bolos enquanto nós comíamos pão com manteiga e bebíamos leitinho. Tínhamos o tradicional "quadro preto e giz branco" amoroso. Lá fora era o melhor. O campo de futebol, o espaço livre, as duas zonas de árvores, a caixa de areia e o repuxo que fazia as delicias de todos nós quando o calor aparecia. Havia ainda uma parte da escola, a única exterior para a qual não haviam janelas do interior que permitissem alguém nos ver, e era onde muitos primeiros beijinhos e muita, mas mesmo muita, porrada existiu. Na minha escola primária a minha professora não pensava duas vezes em dar-nos com o apagador de madeira (dura que só de lembrar doí) na mão sempre que havia asneira, mas não se esquecia de louvar as nossas conquistas. Lá deitei uma vez, aquelas que viriam a ser as primeiras e as ultimas lágrimas em frente a toda a escola, após um grande tombo, que teve por principal consequência, rasgar-me as minhas calças favoritas. No Inverno ou íamos para a chuva ás escondidas, ou, na maioria das vezes, ficávamos a patinar no chão cheio de água da entrada que proporcionava muitas gargalhadas. Gargalhadas genuínas. Vivas. De crianças. Felizes. Actualmente vejo as crianças da primária muito mimadas, não sabem o que é brincar. Sonham crescer. Eu não, ninguém sonhava crescer. Sonhávamos ter muita coisa, mudar o mundo de modo a dar para trepar mais ás arvores, ou para haver mais espaço para correr. Sonhávamos encher o mundo de almofadas para ao cair não nos magoarmos tanto. Não chorávamos quando viamos que ficamos com uma cicatriz e não pensávamos que isso não ia ser bom quando uns anos mais tarde fossemos para a praia com os amigos. Nada disso. Nós orgulhávamo-nos delas. Eram medalhas, provas da nossa alegria. Os nossos problemas não eram se estava a chover e não nos podíamos molhar mas sim que estava a chover e tínhamos de pensar numa forma diferente de ir lá para fora, que na ultima vez fomos apanhados. Já me estou a desviar do que queria falar, é verdade, mas não faz muito mal. Na minha escola também aprendi que às vezes desviarmo-nos dos assuntos só dá benefícios. Como quando perguntavam de onde tinha vindo aquele arranhão e nós dizíamos que "bolas! Ao deitar o guardanapo ao caixote do lixo, raspei lá!". Enfim! Na minha escola havia sonhos, havia amigos, havia ensino, havia histórias e estórias para contar. E eu sorrio, afinal, consegui aproveitar aquilo tudo.

 

Outro dia passei lá de carro, já noite escura, e fiquei a olhar para ela. Foi aumentada, já é um luxo. Já há muito onde brincar quando chove sem se molharam. O repuxo desapareceu. Os quadros já não são "quadro preto e giz branco". Já ninguém levará com certeza com o apagador. Não podem ir brincar para a zona de arvores, está vedada. Acho que tudo lhes veda os sonhos, a oportunidade de serem crianças como eu fui.

 

Gosto muito da escola antiga, edifício que ainda lá e mantém, rodeado por muitos novos.

 

Para mim, escola primária, será sempre giz, 4 salas, professoras, e asas para voar...

sinto-me:
publicado por Escondida às 22:04

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Segunda-feira, 7 de Setembro de 2009

É muita coisa

Simplesmente não gostar de deixar. De abandonar. Dizer que não. Não posso. Não estou. Não digo. Só gosto do não gosto! A negativa não me assuta, assuta-me sim partilhar essa negativa. Esconder. Fugir. Despedir. É negativo. Não gosto! Estão a ver? Gosto do não gosto. É a única negativa de que gosto. Ou então não. Também gosto de frases curtas. Ou será de textos complicados? Mas os textos não ficam complicados com frases curtas? Também gosto de interrogativas. E de dizer que gosto. Gosto de textos sem sentido. Este não tem qualquer sentido. Afinal as negativas já não me parecem tão mal. Então gosto deste texto. Já se esqueceram? Gosto deste texto porque gosto de frases curtam que criam textos complicados principalmente quando apresentam observações pelo meio. Também gosto de textos sem vírgulas. O que os torna ainda mais complicas. E estúpidos. E obrigatoriamente com frases curtas. E complicados. Os textos às vezes não são complicados. Apenas não dizem nada. E parece complicado porque procuramos algo. Mas não há nada para encontrar. A não ser nada. É possivel encontrar nada? Lá estão outra vez as interrogativas. Gosto delas. Só não sei se se encontra nada. Não sei. A negativa que menos gosto. Não gosto de não saber. Não gosto ainda mais de não saber se gosto. Voltando ao nada. Nunca encontrei nada. Encontrei sempre alguma coisa. Nem que fosse nada. Nada é algo. Então não há nada. Sempre gostei de Filosofia. Aluna de 19. Porque a senhora professora era estúpida e não me dava o 20. Nao sei porquê. E não gosto de não saber porquê. Mas o que já lá vai, já lá vai. Usei uma vírgula. Já estou a estragar a ideia inicial. E também não gosto da afirmação que fiz antes. A do que já lá vai. Não sei abandonar o passado. Trago-o sempre comigo. Faz-me mal. Não me importo. Não sei esquecer. Nem perdoar. Quase perdoo. A marca nunca se apaga. Não me importo de vir a atirar aquilo à cara mais tarde. Como já disse. Porque o passado vem sempre comigo. Criticam. Resmungam muito. Não serve de nada. Ao contrário de mim. Eu critico e resmungo muito. Adianta sempre alguma coisa. Nem que dê origem a uma discussão. Gosto de discussões. Por em prática a minha capacidade de argumentação. E quando raramente não ganho pela razão consigo faze-lo pelo poder de argumentação. Aí ninguem me ganha. Nunca conheci ninguém que me ganhasse. O meu pai empata comigo. Ficamos horas a testar esse nosso poder. O melhor amigo também dá luta. Por falar nele. Já tivemos melhores dias. Com o gajo só tive uma discussão. Que não deu em nada. Apenas pedi atenção e respeito. Agora que revejo as coisas até deu em algo. Em atenção e respeito. E numa tarde e noite fantásticas. Por falar em noites. O que mais guardo dele são os jantares. As conversas disparatadas até às tantas na minha cozinha. As frases estão a ficar compridas. Não gosto. Mas gostava dele. E gosto. Ele também. Fui má. Ele não. Mereceu? Lá estão as interrogativas outra vez. Claro que não mereceu. Já disse que não foi mau. Foi decente. Eu é que não quis. Até demonstra o meu feitio. Não querer. Sou complicada. E ciumenta. Mas só às vezes. E isso demonstra amor. Amor. Isso também é bom. Ou então é só uma ilusão. Mas eu acho que é. Sei que é. Também faz parte do meu feitio. Sei quase tudo. Quase. Não é tudo. Nem queria que fosse. O meu limite é a minha ambição. Que bonito. Gostei da frase. É a realidade. Se soubesse tudo tinha chegado ao limite. Não havia ambição. Não havia vida. Então a ambição da-me vida. Estão a ver como eu tenho queda para a filosofia? Fantástico. Mais uma interroativa. Este texto é de facto anormal. Mas eu gosto. Também gosto de gostar. Já disse? As nuvéns são algodão doce. Leitor, duvida? Já lhes tocou? Alguém lhe disse. Mas analisou-as você? Então como tem tantas certezas que não? Acredita assim tanto no que outros dizem? Sem se certificar? Claro que não é algodão doce. Mas acredita-se demasiado no que outros dizem. Assusta-me a ingenuídade. Nunca a tive. Questiono tudo. Já disse que gosto de interrogativas. Desde míuda. Mas não era irritante. Isso só agora. Procurava as respostas às minhas perguntas. Não as fazia. Desde miuda que não acredito em Deus. Deus. Acredito que Deus é uma figura que se cria para ter ao que se agarrar. No entanto, acredito no meu Anjo da Guarda. Desde pequena. Falo com ele todos os dias. Até pode não existir. Mas se acreditam em Deus como posso eu não acreditar no meu anjo? O meu anjo é meu. Responsavel pelo que me acontece a mim. Acham que é o mesmo ser superior que é responsável por mortes em peregrinos a Fátima e pela fuga às autoridades de serial killers? Se é, é uma figura em quem não quero acreditar. Gosto de disutir religião. Normalmente ninguém gosta. Eu gosto. Gosto de Filosofia. Tenho de gostar de discutir. Seja o que for. Também gosto de discutir futebol. Será por isso a maioria de amigos, amigOs? Se calhar. Mas gosto deles na mesma. Uma vez uma criatura disse que eu ía acabar sozinha por causa da minha forma de ser. Até este momento, não afastou ninguém. Acho que essa pessoa só podia querer ser como eu. É a única solução que encontro. Também não me soube dar justificações. Não gosto disso. Gosto de argumentos. A única coisa que me faria gostar de advocacia. Apresentar argumentos e pagarem-me para isso. Nunca leram um texto tão grande escrito por mim. De seguida. Sem pausas. Não vai ser relido. Pode ter erros. Falhas. Não gosto delas. Mas neste momento gosto.Tenho muito isto. Gostos momentaneos. Não gosto de 7up. Bebo por gosto momentaneo. Não gosto da S. Falo por gosto do momento. Sou estranha. Não estou confusa. Isto foi escrito sem recurso a substanias estranhas. Nem não estranhas. Sabem que abomino isso. Só alcool. Mas também não o ingeri. Apenas me apeteceu escrever. Muito. De forma cansativa. Pode ser que ganhe sono. Comecei a escrever isto às 23:43 ficam a saber. São 00:17. Nem estou a demorar muito. Queria escrever à mão. Tinha muita gente à minha volta. Agora já tudo dorme. Vou parar. Tenho assuntos que me preocupam. Se perguntarem alguma vez a vocês mesmos o que me deu para escrever isto, perguntem também quando foi a ultima vez que obdeceram a uma vontade extrema. Ontem? Há uma semana? Mês? Ano? Nunca? Eu costumo faze-lo. E essa vontade foi isto. Não há justificação. É só isto. Tenho orgulho neste texto. Acho que um dia o vou imprimir e guardar. Ou passa-lo à mão com a minha própria letra. Com a minha caneta favotita. 00:19. Gosto de horas. Sem tic tac. Tic. Tac. Não gosto. Dá-me medo. Não gosto do medo. Com medo sinto que não sei. Já disse que não gosto de não saber. É tarde. Vou-me embora.

publicado por Escondida às 00:21

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Agora...

... o ceu está mais azul, e não é necesário desenhar arco iris para alegrar!

 

Apenas vou eu buscar, de vez em quando, umas nuvens antigas que destabilizam a calma existente!

 

Gostam do novo aspecto da casa?

Alguma alteração necessária?

 

Beijinhos

publicado por Escondida às 00:17

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Sábado, 5 de Setembro de 2009

Ajudar!

http://eutueosmeussapatos.blogspot.com/

 

É este o link que vocês vão seguir (eu sei que sim) para posteriormente, se possivel, ajudar a irmã da Me.

Não doi, não demora muito, não prejudica ninguém.

É só cumprir alguns requesitos (infelizmente eu não posso, mas teria todo o gosto de poder) e ajudar a salvar vidas.

Se não salvarm a Nídia, salvarão outras Nídias.

 

 

Não se esqueçam disto. Perdem 10 minutos da vossa vida, mas podem salvar alguém de perder a vida.

 

Beijinhos

publicado por Escondida às 03:47

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Quinta-feira, 3 de Setembro de 2009

Sorrisos nostalgicos

Numa visita rápida por HI5's encontro o de um amigo com que já não estou há.... muito!

Verifico então nessa visita, que esse amigo anda toda encantado com... a namorada nova? Não... animal novo? Não... Bicicleta nova!!! E rio até às lágrimas...

E vocês dizem "Oh Escondida, só se gostares dele e por consequência te rires de tudo o que é referente a ele é que há razão para chorares a rir disso. Tem a sua piada, mas não exageres!"

E a Escondida lá vos diz: Mas eu não cheguei às lágrimas por causa disso, foi mesmo porque recordei um episódio.

Há alguns aninhos, sua alteza, o menino referido em cima, já com a paranoia por bicicletas, resolve fazer de uma zona aqui à beira de nossas casas, pista de obstáculos.

A menina estava na sua vidinha, quando recebe uma mensagem de um amigo comum, que também estava com ele, a dizer "se conseguires anda para casa que o ***** caíu".

Eu comecei logo a rir-me, e pelo caminho para casa imaginava que não era nada de grave. Típico de gajo. Eu ía chegar lá e ele tinha um arranhão.

Quando cheguei, estava ele com a cara cheia de sangue,, a conter as lágrimas (que menino não chora) e eu toda preocupada, muita gente à volta.

Vamos até alí, que há com que tratar essa cara e essas mãos.

Eu nunca na minha vida tinha feito curativos (nem nunca mais fiz) e como é obvio, deixei-o com a senhora que estava naquele sitio para prestar os primeiros socorros.

Nada de anormal! Até que ouço "Escondiiiiiiiiiiida". Lá vou eu a correr, a passar por aquelas pessoas todas, ver o que tinha acontecido.

Diz-me a senhora toda atrapalhada (como se estivesse a tratar de um adolescente de 13 anos que se acha grande de mais para companhia, novo de mais para se arranjar sozinho, mas não, era mesmo um gajo, e gajo que é gajo, actualiza o testamento com um arranhão) "Oh menina, ele não me deixa fazer nada, e pediu para a chamar". E diz-me ele com olhos de cachorrinho abandonado "Não confio em mais ninguem, trasta-me tu disto?"

Eu sem saber o que fazer, aquilo estava mesmo feio, e a senhora lá me começa a dar instruções, e eu a tratar dele.

Como eu me ri! Como os amigos se meteram! Como foi repetida a frase "Oh minha enfermeira favorita!!!".

No dia em que ele voltou a tentar superar o grande obstáculo, eu estava lá à espera, a ver no que aquilo ía dar, mas foi superado com sucesso.

Actualmente, quando passo naquele sitio, vejo quase sempre miudo e graúdos a tentar superar o obstáculo... e a caír ou a festejar.

publicado por Escondida às 00:24

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